Como acelerar o processo de desenvolvimento de profissionais juniores?


Sabe aquele consenso de que “o profissional júnior de hoje é o sênior de amanhã”? Aqui, a gente acredita na jornada de desenvolvimento individual de cada profissional. Pensando nisso, queremos possibilitar um processo de aceleração pensando nos profissionais do futuro

Queremos te mostrar como sua empresa pode ser protagonista na transformação do segmento de tecnologia.

O cenário de tecnologia hoje (e uma espiadinha nos próximos anos) 

Nos últimos anos o mercado de tecnologia vem crescendo exponencialmente. Atualmente, o mercado brasileiro forma 46 mil profissionais para o segmento de tecnologia todos os anos. Em 2020, a abertura de vagas de tecnologia na cidade de São Paulo, cresceu mais de 670%. Em contrapartida ao crescimento do segmento de tecnologia, há a dificuldade de profissionais juniores em se colocarem no mercado de trabalho. 

Por outro lado, para muitas empresas, contratar pessoas desenvolvedoras não é uma tarefa fácil. São diferentes linguagens, stacks, habilidades técnicas e socioemocionais. Além, é claro, da busca pela experiência aplicada. Com isso tudo em mente, e sabendo que o valor investido na contratação de profissionais de tecnologia nem sempre é baixo, empresas buscam retorno rápido.

E retorno rápido aqui é igual a entregas ágeis em um curto espaço de tempo. Esse cenário faz com que as empresas busquem contratar profissionais mais “experientes”. 

O que define pessoas desenvolvedoras como júnior, pleno e sênior? 

Pessoas desenvolvedoras de nível júnior são entrantes no mercado. São profissionais em início de carreira, seja ela como primeira opção ou em decorrência de uma transição profissional. De acordo com a GeekHunter, “estão começando e têm a experiência mínima necessária para cumprir funções de programação consideradas básicas”. 

Essa história do que é a definição de profissionais júnior, pleno e sênior é um assunto polêmico. Há quem defenda que é a quantidade de anos que evidencia o nível profissional de alguém; outras pessoas dizem que é a capacidade de tomar decisões de maneira autônoma, ou ainda que é a agilidade em resolver problemas complexos

De qualquer forma, uma coisa que definitivamente diferencia esses 3 níveis profissionais é a velocidade da curva de aprendizagem – em um cenário empresarial, a curva de aprendizagem mostra o período de adaptação de profissionais em determinada função. Isso porque, por terem tido mais tempo e contato com determinadas tecnologias, conceitos e aplicabilidades, profissionais seniores podem levar menos tempo para se adaptar a uma nova linguagem de programação

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Felipe Felix